quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ATIV: 3.1 B

O trabalho com o “bloco dos passos”, abri-no um leque para a importancia da tecnologia nas salas de aula e ao mesmo tempo nos puxa a orelha em relação a nossa formação tecnologica. É preciso conhecer o potencial de nossos alunos. Temos que ter consciencia do que realmente gostão ou querem aprender. A era de que tudo deveria ser imposto a nossos alunos já passou, valorizar o saber o gosto de cada um e aprender com eles é o que esta em evidencia. O despertar pelo novo deve partir de cada um de nós, e se queremos vencer desafios temos que ter nossos alunos como aliados para desvender os misterios tecnologicos e assim construir uma aprendizagem acessivel ao univeso das descobertas, permitir que nossos alunos envolvam-se é o caminho mais seguro para mudar o historico da educação em nosso país. A partir do momento que unirmos nosso trabalho ao novo abriremos portas para construir ritmos diferenciados não só na dança, mas no teatro, na música, no conhecimento literário e principalmente na formação de nossos alunos enquanto cidadãos desse novo século.  

UNIDADE 3

ATIV: 3.1.A
O vídeo mostra a importância do trabalho em equipe, a sincronia do desenvolvimento da dança, nos da a impressão de todo um contexto que envolve disciplina no desenvolvimento de nossos trabalhos. Confesso que desenvolver esse tipo de trabalho em nossas escola vem tornando-se algo desafiador, dai a importancia da forma com a qual a obra se apresenta. Talvez se apresentada utilizando-se de meios convencionais, a mesma não surtiria a graciosidade dos passos e o encantamento dos gestos. Dai a importancia de que enquanto educadores temos a necessidade de ousar em nossos trabalho, e acreditar que é possivel sim, recontruir o processo educacional com a visão do futuro que queremos ter. É preciso valorizar o aprendizado de nossos alunos e admitir seu aprendizado para assim, caminharmos juntos rumo aos desafios desse novo século, onde o uso da tecnologia  é elemento primordial na formação desa nova geração. Pois isso é a prova de que so assim atingiremos nossos objetivos junto a essa geração tecnologica.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Atividade 2.5

Planejando uma atividade com hipertexto ou Internet

Professora e Cursistas: Maria Emilia Cellia Ahnert

Tema: Gênero discursivo
Conteúdos: Crônica
Turma: 8ª Série (9º ano)
Duração: 10 aulas
Competências e habilidades desenvolvidas:
 Interpretar textos considerando suas relações intratextuais;
- Localizar informações explícitas e implícitas em um texto;
- Distinguir um fato e as opiniões relativas a este fato;
- Enumerar as teses presentes em um texto.
- Identificar a finalidade e a intencionalidade do texto;
- Ampliar a competência comunicativa;
- Organizar informações representadas em diferentes formas de conhecimento disponíveis para construção de argumentação consistente;
- Conviver, crítica e ludicamente, com situações de produção de textos, atualizado em diferentes suportes e sistemas de linguagem – escrita, oral, imagética, digital entre outras;


Objetivos:
- Conhecer cronistas brasileiros e capixabas ;
- Identificar os tipos de crônicas apresentadas por nossos escritores;
- Identificar  crônicas escritas por capixabas em jornais
- Apreciar a leitura de crônicas nos jornais que circulam na escola;
- Conhecer a importância das tecnologias em nossas pesquisas;
- Utilizar o hipertexto como elemento de construção do texto.
- Elaborar uma crônica;

Recursos utilizados:
- LIED – pesquisa.
- Jornais: A Gazeta e A tribuna.
- Papel
- Data show
- Textos impressos   

Desenvolvimento:
1ª aula:
No dia anterior entregue a dois alunos uma copia da crônica papos  de Luís Fernando Veríssimo, e explique a eles que devem preparar-se para apresentar o texto a turma.
No dia seguinte, na sala, distribuir aos alunos a crônica papos  de Luís Fernando Veríssimo, pedir a eles que façam a leitura silenciosa.

PAPOS

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
- O quê?
- Digo-te que você...
- O “te” e o “você” não combinam.
- Lhe digo?
- Também não. O que você ia me dizer?
- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
- Partir-te a cara.
- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
- É para o seu bem.
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Eu só estava querendo...
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
- No caso... não sei.
- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
- Esquece.
- Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
- Depende.
- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dá. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
- Por quê?
- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.


Logo perguntar  aos alunos sobre o texto:
De que se trata?
Quem é o autor?
Você conhece outros textos desse autor? (Se conhecerem, permitir que eles falem sobre o texto)
A que gênero pertence esse texto?
Como podemos classificá-lo?
O que é uma crônica? (permitir que os alunos apontem seus conceitos antes de mostrar para eles a definição de crônica)
Convidar os alunos a apresentar a crônica aos colegas.

 2ª aula
Proporcionar aos alunos o manuseio dos jornais, para que possam identificar ler e selecionar, crônicas.

3ºª aula:
Separar os alunos em grupos, e levá-los ao LIED (laboratório de informática), para que pesquisem sobre, o cronista apresentado no texto (Luís Fernando Veríssimo), os cronistas que encontraram nos jornais e naveguem por outros links que os levem a conhecer o trabalho de outros cronistas. Logo pedir a eles que selecionem todo material encontrado.

4ª aula
No LIED (laboratório de informática), os grupos de trabalho devem, organizar em slides as informações sobre o autor que escolheram.

5ª e 6ª aula
Apresentações dos grupos de trabalho com uso do  data show. Primeiro os grupos apresentam o trabalho e em seguida fazem a apresentação do texto escolhido. (a apresentação varia de acordo com a criatividade dos grupos. teatro, cartaz, copia...)

7ª e 8ª aula
Agora é hora de nos tornamos grandes escritores, é hora de produzir nossas crônicas. ( o professor deve oportunizar o aluno a escrever livremente, sempre que possível orientá-lo quanto a coesão e a coerência textual).


9ª e 10º aula
Apresentação seleção e exposição dos textos produzidos pelos alunos.


Avaliação:
Foi possível perceber que nossos alunos sentiram-se motivados com o assunto. E sempre ficam maravilhados quando tem a oportunidade de utilizar a tecnologia para favorecer suas pesquisas. O universo dos gêneros textuais cria essa possibilidade no ensino aprendizagem. esse trabalho permite ao professor utilizar-se de varias formas para avaliar os alunos.

Atividade 2.5

Planejando uma atividade com hipertexto ou Internet

Professora e Cursistas: Maria Emilia Cellia Ahnert

Tema: Gênero discursivo
Conteúdos: Crônica
Turma: 8ª Série (9º ano)
Duração: 5 aulas
Competências e habilidades desenvolvidas:
 Interpretar textos considerando suas relações intratextuais;
- Localizar informações explícitas e implícitas em um texto;
- Distinguir um fato e as opiniões relativas a este fato;
- Enumerar as teses presentes em um texto.
- Identificar a finalidade e a intencionalidade do texto;
- Ampliar a competência comunicativa;
- Organizar informações representadas em diferentes formas de conhecimento disponíveis para construção de argumentação consistente;
- Conviver, crítica e ludicamente, com situações de produção de textos, atualizado em diferentes suportes e sistemas de linguagem – escrita, oral, imagética, digital entre outras;


Objetivos:
- Conhecer cronistas brasileiros e capixabas ;
- Identificar os tipos de crônicas apresentadas por nossos escritores;
- Identificar  crônicas escritas por capixabas em jornais
- Apreciar a leitura de crônicas nos jornais que circulam na escola;
- Conhecer a importância das tecnologias em nossas pesquisas;
- Utilizar o hipertexto como elemento de construção do texto.
- Elaborar uma crônica;

Recursos utilizados:
- LIED – pesquisa.
- Jornais: A Gazeta e A tribuna.
- Papel
- Data show
- Textos impressos   

Desenvolvimento:
1ª aula:
No dia anterior entregue a dois alunos uma copia da crônica papos  de Luís Fernando Veríssimo, e explique a eles que devem preparar-se para apresentar o texto a turma.
No dia seguinte, na sala, distribuir aos alunos a crônica papos  de Luís Fernando Veríssimo, pedir a eles que façam a leitura silenciosa.

PAPOS

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
- O quê?
- Digo-te que você...
- O “te” e o “você” não combinam.
- Lhe digo?
- Também não. O que você ia me dizer?
- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
- Partir-te a cara.
- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
- É para o seu bem.
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Eu só estava querendo...
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
- No caso... não sei.
- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
- Esquece.
- Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
- Depende.
- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dá. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
- Por quê?
- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.


Logo perguntar  aos alunos sobre o texto:
De que se trata?
Quem é o autor?
Você conhece outros textos desse autor? (Se conhecerem, permitir que eles falem sobre o texto)
A que gênero pertence esse texto?
Como podemos classificá-lo?
O que é uma crônica? (permitir que os alunos apontem seus conceitos antes de mostrar para eles a definição de crônica)
Convidar os alunos a apresentar a crônica aos colegas.

 2ª aula
Proporcionar aos alunos o manuseio dos jornais, para que possam identificar ler e selecionar, crônicas.

3ºª aula:
Separar os alunos em grupos, e levá-los ao LIED (laboratório de informática), para que pesquisem sobre, o cronista apresentado no texto (Luís Fernando Veríssimo), os cronistas que encontraram nos jornais e naveguem por outros links que os levem a conhecer o trabalho de outros cronistas. Logo pedir a eles que selecionem todo material encontrado.

4ª aula
No LIED (laboratório de informática), os grupos de trabalho devem, organizar em slides as informações sobre o autor que escolheram.

5ª e 6ª aula
Apresentações dos grupos de trabalho com uso do  data show. Primeiro os grupos apresentam o trabalho e em seguida fazem a apresentação do texto escolhido. (a apresentação varia de acordo com a criatividade dos grupos. teatro, cartaz, copia...)

7ª e 8ª aula
Agora é hora de nos tornamos grandes escritores, é hora de produzir nossas crônicas. ( o professor deve oportunizar o aluno a escrever livremente, sempre que possível orientá-lo quanto a coesão e a coerência textual).


9ª e 10º aula
Apresentação seleção e exposição dos textos produzidos pelos alunos.


Avaliação:
Foi possível perceber que nossos alunos sentiram-se motivados com o assunto. E sempre ficam maravilhados quando tem a oportunidade de utilizar a tecnologia para favorecer suas pesquisas. O universo dos gêneros textuais cria essa possibilidade no ensino aprendizagem. esse trabalho permite ao professor utilizar-se de varias formas para avaliar os alunos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ativ.2.3

Impressões sobre experiências de navegação em hipertextos

Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.

Navegar é sempre altamente prazeroso, pois a internet tem levado as pessoas a lerem mais e a usarem mais a escrita. Dessa forma, lidar com um produto textual em que se navega, lendo, podemos analisar a rápida apropriação dos gêneros digitais que circulam na rede, possibilitando a criação de uma maneira diferente de lidar com a escrita e suas normas gráficas.

Ao entrar em páginas da internet com o intuito de buscar alguma informação muito específica, certamente navegamos por muitos canais antes de chegar ao que desejamos.
A navegação é caminho cheio de curvas, exige conhecimento de várias ordens e uma capacidade de relacionar e associar fatos, dados e que nenhuma leitura de livro vai requerer. Tudo isso é assim porque navegar na internet nos proporciona recorrer por estes caminhos com facilidade.

De certo modo, o que ocorre é que compreensão se torna algo que se constrói ao navegar por vários produtos textuais propiciados por expectativas, interesses, necessidades e outros aspectos que envolvam conhecimentos sólidos.
Na realidade, trata-se de uma navegação contínua, pois sugere que as fronteiras entre ler e escrever se torna mais significativo.
Assim, a “leitura” do hipertexto é caracterizada como uma viagem por trilhas, liga-nos a várias redes, ou seja, nos movem num “labirinto” que não chega a construir uma unidade concreta.
O hipertexto como ferramenta de ensino e aprendizagem facilita um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta, pois ao tentar localizar uma informação, os usuários de hipertexto, participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento.  
                                                                                                           Gloria Neuza Vieira
NAVEGANDO EM HIPERTEXTO SOBRE HIPERTEXTO
No decorrer da navegação e leituras, pude perceber que o hipertexto abre caminhos a serem percorridos nas pesquisas, no processo ensino aprendizagem por abrir um leque de conhecimentos através dos diversos links que proporcionam a intertextualidade,  a precisão, dinamismo, informação de forma rápida, rica e eficaz.
O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson. Segundo RAMAL, hipertexto é, como o próprio nome diz, algo que está numa posição superior à de texto, que vai além do texto. Dentro do hipertexto existem vários links, que permitem tecer o caminho para outras janelas, conectando algumas expressões com novos textos, fazendo com que estes se distanciem da linearidade da página e se pareçam mais com uma rede.
 Segundo pesquisa na Wikipédia, hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.
A  possibilidade deste recurso no campo educacional, é  muito válida, enrriquecedora,quando é direcionado para não ser uma navegação a deriva sem destino e que desvirtue o objetivo, o foco da pesquisa devido a atratividades dos links. O trabalhar com hipertexto permite impulsionar o educando a pesquisa, facilita o processo de integração do conteúdo com a descoberta da construção do conhecimento, conduzindo-o a uma nova forma de ler, mais dinâmica no processo ensino aprendizagem.
A navegação proposta da página Wikipedia e respectivos links, foi muito enriquecedora pois me orientou no acesso de informações complementares sobre a importância do tema:hipertexto e por permitir inferir junto ao meu trabalho docente a importância de usar este recurso a nosso favor na educação.

Angelita Marchesini Carletti

Navegando em hipertexto sobre hipertexto
            O termo hipertexto refere-se a um conjunto de links e hiperlinks que podem ser representados por ícone, imagens, onde há possibilidade de interconexão entre o texto lido e outras informações relevantes anexas que facilitam sua leitura, interpretação e compreensão.
            Ao acessar o endereço da página Wikipedia e links dispostos ao longo do hipertexto puderam me orientar e avançar para outras páginas, acessando informações complementares que auxiliaram minha leitura. Não tive dificuldades em realizar essa atividade de navegação.
            Com essa “viagem” pude aperfeiçoar minha compreensão sobre a importância do trabalho com hipertexto na educação como forma de introduzir no aluno uma nova forma de ler, mais prazerosa e eficaz no processo ensino-aprendizagem.

Eloana Campi dos Santos

Analisei os trabalhos das colegas: Gloria, Angelita e Eloana
Ambas retratam a importância da navegação de forma segura, e reportam sempre aos objetivos propostos, o de não navegarmos a deriva. Pode-se concluir que as mesmas apresentam a navegação como fator primordial  a formação e informação de professores e alunos junto a essa diversidade de conhecimento proporcionado pelos vários links utilizados em nosso cotidiano. É isso ai meninas vamos propiciar a nossos alunos o aperfeiçoamento tecnológico de forma integradora, afinal o eproinfo está nos propiciando uma visão diferenciada de tecnologia na educação. 

ativ: 2.2

A navegação me possibilitou abrir portas para novas leituras. Compreender o processo do hipertexto nos possibilita ampliar nossa visão diante do novo, e sempre temos que lembrar nossa amada professora Zenilza que muito nos auxiliou na construção de  nossa aprendizagem, nos tornando assim, grandes educadores com sua fala “aprender dói”.

O hipertexto nos mostra caminhos a serem percorridos na construção da aprendizagem, ao mesmo tempo nos proporciona uma diversidade de links dos quais adquirimos um emaranhado de informações de forma rápida e eficaz.   

Ao acessar paginas da internet sempre temos como objetivo a busca de informação, mas antes de chegarmos à proposta de trabalho acabamos por percorrer outros caminhos é preciso uma leitura minuciosa sobre o que buscamos, pois navegar proporciona obstáculos diversificados e se não nos prendermos a idéia principal acabamos não tendo resultados positivos de nossos trabalhos.
É bom lembrar que esse recurso é de primordial importância em nossa área de trabalho, pois o mesmo proporciona maiores possibilidades de pesquisa e isso proporciona o novo e o mesmo facilita o direcionamento do nosso trabalho, mas é preciso aceitar o compromisso com o novo e buscar melhor formação para nossos educando.  

ativ: 2.1

A internet nos posibilita maior conhecimento e aperfeiçoamento ao trabalho pedagogico. desenvolver pesquisas individuais ou em grupos requer orientações necessárias para que não se perca os objetivos propostos numa determinada pesquisa. E quando não nos permitimos ao alto controle acabamos por navegar a deriva, pois os varios links acabam nos proporcionando avançar novos horizontes, e se não temos alto controle acabamos perdendo nossos objetivos. Confesso que navegar tem me proporcionado a avançar meu trabalho e melhorar cada vez mais.